10 programas imperdíveis na Península de Maraú, na Bahia
Entre praias tranquilas, piscinas naturais e passeios pela Baía de Camamu, a Península de Maraú revela um lado mais calmo do litoral baiano
Por Cecilia Carrilho
11 fev 2026, 14h00 •
Taipu de Fora é um dos trechos mais conhecidos da Península de Maraú, marcado por piscinas naturais e mar transparente (Otávio Nogueira/Wikimedia Commons)
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A Praia de Barra Grande, no centrinho da vila, tem faixa de areia que muda conforme a maré, águas geralmente calmas e a maior oferta de pousadas, bares e restaurantes.
A Ponta do Mutá é o principal ponto para assistir ao pôr do sol, acessível a pé a partir da vila.
A Praia de Três Coqueiros fica próxima ao centro, tem mar mais tranquilo no trecho central e clima sossegado, com pouca estrutura e frequência maior de moradores.
A Praia de Bombaça é mais preservada, tem pouca infraestrutura e alterna ondas que atraem surfistas com trechos calmos formados pelos recifes.
Taipu de Fora reúne algumas das piscinas naturais mais conhecidas da península, acessíveis diretamente da praia, além de opções de snorkel e mergulho com cilindro.
Cassange combina mar aberto e uma lagoa atrás da restinga, em um cenário de isolamento e silêncio.
A Praia de Algodões segue como uma das áreas menos exploradas da península, com longa faixa de areia, mar transparente e recifes.
Os passeios de lancha pela Baía de Camamu incluem ilhas, manguezais e trajetos pelo Rio Maraú, revelando a diversidade da região.
Entre julho e setembro, a observação de baleias-jubarte entra no roteiro, com saídas de barco para acompanhar os animais em mar aberto.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A tranquilidade do centrinho deBarra Grande, o vilarejo ao norte e de acesso mais descomplicado da Península de Maraú, costuma ser a primeira impressão de quem chega ao destino, no sul da Bahia. Mas não se engane: apesar do ritmo calmo e do isolamento provocado pela estrada de terra, a região é diversa. Ali, há praias para diferentes perfis, piscinas naturais, passeios de barco e uma natureza que dita o tempo das coisas.
A seguir, um roteiro com 10 coisas para fazer na Península de Maraú, com programas que ajudam a entrar no ritmo tranquilo do lugar.
1. Curtir o centro de Barra Grande
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No centro da vila fica a Praia de Barra Grande. A faixa de areia varia bastante conforme a maré, mas o mar tem temperatura agradável e costuma ser uma boa opção para quem viaja com crianças. Ao redor da praia se concentram pousadas, bares e restaurantes, o que ajuda a manter o clima animado da vila. Próximo ao píer, o fluxo de pessoas é maior; caminhando pela orla, o ambiente fica mais tranquilo. No fim da tarde, o centrinho ganha vida com música ao vivo.
No norte da península, a Ponta do Mutá é um dos pontos mais disputados para ver o pôr do sol. A caminhada a partir da vila leva até o farol, de onde o sol se põe refletindo no mar. Há quiosques e restaurantes ao redor, mas quem prefere menos agito pode seguir até a ponta da faixa de areia, onde o anoitecer acontece ao som das ondas.
Próxima ao centrinho de Barra Grande, a Praia de Três Coqueiros é uma boa opção para quem busca águas tranquilas sem se afastar da vila. O melhor trecho para banho fica na parte central, onde o mar é mais aberto; nas extremidades, os recifes moldam o cenário. Com poucas pousadas e opções de alimentação, o clima é bastante sossegado, frequentado principalmente por moradores e visitantes em busca de silêncio. A faixa de areia é curta e muda conforme a maré.
A Praia de Bombaça é preservada e tem pouca estrutura. As ondas que quebram sobre as bancadas de corais fazem do lugar um ponto frequente entre surfistas. Na maré baixa, os recifes formam áreas mais calmas e piscinas naturais para banho. Próxima ao centro da vila, mas distante do agito, a praia alterna pequenos trechos com casas e pousadas e longas extensões praticamente desertas, cercadas por coqueiros.
A cerca de 20 minutos de jardineira de Barra Grande, Taipu de Fora é o grande cartão-postal da península. A combinação de mar em tons claros, areia dourada e coqueiros já impressiona, mas é na maré baixa que o cenário se transforma: os recifes revelam piscinas naturais rasas e transparentes, cheias de peixes, acessíveis diretamente da praia, sem necessidade de barco. Na maré alta, Taipu segue valendo a visita – seja pelo visual da orla, seja pela facilidade de encontrar restaurantes e pousadas.
Em Taipu de Fora, os recifes formam piscinas naturais (Otávio Nogueira/Wikimedia Commons)
6. Alternar mar e água doce no Cassange
A praia do Cassange tem mar de tombo, mas reserva bons pontos para banho e muda bastante conforme a maré – na baixa, surgem áreas mais calmas; na alta, as ondas atraem surfistas. A paisagem de coqueiros e antigas construções à beira-mar reforça a sensação de isolamento. Do outro lado da restinga, a Lagoa do Cassange oferece água doce para relaxar, além de ser um bom lugar para remar de caiaque ou stand up paddle.
No sul da península, Algodões se destaca como um dos destinos mais promissores de Maraú. A praia combina longa faixa de areia, águas transparentes e recifes, em um cenário ainda pouco explorado. Ao redor, pousadas e restaurantes mantêm um perfil simples, muitos com propostas sustentáveis. Ao longo do dia, a paisagem muda, alternando períodos de mar mais calmo com outros de ondas intensas.
8. Fazer passeios de lancha pelas ilhas da Baía de Camamu
Os passeios de lancha pela Baía de Camamu ampliam o roteiro para além das praias da península. Os trajetos costumam incluir paradas em ilhas como a Pedra Furada, com rochas perfuradas por moluscos, Campinho, cercada por manguezais, e Goió, onde normalmente acontece a pausa para o almoço. Há também roteiros que seguem pelo Rio Maraú até as Cachoeiras do Tremembé, além de percursos pelos mangues da baía, com visitas a comunidades tradicionais, como a da Ilha do Âmbar. São programas que duram o dia inteiro e podem ser reservados pela Camamu Adventure
As águas quentes e transparentes de Maraú abrigam recifes ricos em vida marinha. Além do snorkel, há opções de mergulho com cilindro, que permitem explorar de perto os corais e observar peixes coloridos, especialmente na região de Taipu de Fora. A atividade pode ser agendada com operadoras locais, como a Carpe Diem
Entre julho e o fim de setembro, a península entra na rota das baleias-jubarte. Os passeios de barco duram cerca de três horas e oferecem a chance de ver saltos e movimentos impressionantes em mar aberto. Uma agência que disponibiliza o passeio é a Princesinha Turismo.
Aqui você vai encontrar dicas de roteiros, destinos e tudo o que você precisa saber antes de viajar, além das últimas novidades do mundo do turismo.
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