7 mercados públicos imperdíveis pelo Brasil
Unindo gastronomia e produtos típicos das regiões onde estão, os “mercadões” também são parte da identidade nas capitais brasileiras
Mercados públicos costumam ser parte de roteiros imperdíveis por qualquer cidade: um local onde é possível encontrar exemplares da gastronomia local, comprar produtos típicos e, muitas vezes, conhecer um prédio histórico e marcante para a cultura e cotidiano dos habitantes que residem por ali.
De norte a sul do país, as capitais brasileiras não deixam a desejar quando o assunto é uma atração desse tipo. Confira 7 mercados públicos para conhecer no Brasil:
1. Ver-o-Peso, Belém (PA)
Embora a mais famosa estrutura atual – o “Mercado de Ferro” – trace suas origens no começo do século 20, o chamado Complexo do Ver-o-Peso conta com mais de 400 anos de história, ocupando uma área de 25 mil metros quadrados na Cidade Velha de Belém, às margens do rio Guamá. Considerado um dos maiores mercados a céu aberto do mundo, o local é uma parada obrigatória na capital paraense, e uma oportunidade de provar as iguarias mais famosas da culinária local, como o açaí e o tucupi.
Blvd. Castilhos França – Campina; 5h/18h30 (fecha aos domingos)
2. Mercado Adolpho Lisboa, Manaus (AM)
Também um local para encontrar produtos frescos da Amazônia, o Adolpho Lisboa atrai ainda pela imponência de sua arquitetura: um dos prédios em art nouveau que marcaram a opulência do Ciclo da Borracha em Manaus, esse mercado público ainda tem um saboroso detalhe histórico por trás de sua estrutura – o ferro fundido que sustenta o prédio foi projetado pelo engenheiro Gustave Eiffel, o mesmo da torre parisiense que só seria inaugurada seis anos após o mercadão manauara abrir as portas, em 1883.
R. dos Barés, 46 – Centro; 6h/17h (domingo fecha às 13h)
3. Mercado Modelo, Salvador (BA)
A pegada do Mercado Modelo é diferente da encontrada em outros integrantes desta lista: lá, você não acha mais produtos para fazer a feira, como ocorria antigamente, mas restaurantes e lojas de artesanato (e, mais recentemente, uma galeria de arte no subsolo), ou seja, mais voltado ao turismo. Ainda assim, a proximidade com o Elevador Lacerda e outros pontos de interesse na Cidade Baixa o torna um ponto inescapável em uma visita à capital baiana.
Praça Visconde de Cayru, Comércio; 9h/18h (domingo fecha às 14h)
4. Mercado Central, Belo Horizonte (MG)
Se a comida mineira é um dos grandes cartões de visitas do estado, o lugar certo para ter o máximo de experiências possíveis em um único espaço é o Mercado Central de Belo Horizonte: iguarias típicas de Minas Gerais são encontradas em todos os cantos, seja em lojas especializadas ou nos balcões para um lanche rápido, num espaço que concentra mais de 400 estabelecimentos de comércio e gastronomia. Queijos, doce de leite, cachaça ou um cafezinho: a lista, que não para nisso, é uma delícia para os sentidos. A broa de fubá com queijo minas da Comercial Sabiá é de comer rezando.
Av. Augusto de Lima, 744 – Centro; 8h/18h (dom até às 13h)
5. Mercado Municipal, São Paulo (SP)
O Mercado Municipal Paulistano, ou apenas Mercadão ou Cantareira, foi inaugurado em 1933. São ao todo 12 mil metros quadrados onde se encontra de um tudo. Fato é que há muito pega-turista e comidas que não valem o hype, mas é um lugar imperdível para passear e, claro, comprar.
R. da Cantareira, 306 – Centro Histórico; 6h/18h (domingo até 16h)
6. Mercado Municipal, Curitiba (PR)
Inaugurado nos anos 1950, o Mercadão curitibano passou por uma ampliação em 2010, e hoje conta com mais de 120 estabelecimentos. Além dos clássicos de um mercado público, de itens cotidianos de feira a restaurantes, o local se destaca como o primeiro do Brasil a ter inaugurado um espaço exclusivo para alimentos orgânicos.
Av. Sete de Setembro, 1865 – Centro; 8h/18h (dom até 13h)
7. Mercado Público, Porto Alegre (RS)
Ícone do Centro Histórico da capital gaúcha, o Mercado Público de Porto Alegre funciona no mesmo local desde 1869, e se converteu em muito mais do que um polo de gastronomia e espaço para encontrar produtos variados (para mergulhar na cultura do pampa, vale conhecer o comércio de inúmeras variedades de erva-mate): ao lado do rio Guaíba, também é um símbolo da resiliência da cidade, tendo sobrevivido a várias enchentes ao longo dos seus mais de 150 anos de história – nas cheias devastadoras de maio de 2024, chegou a passar três semanas com o primeiro andar inteiramente submerso.
Largo Glênio Peres, Centro; 7h30/22h (dom 9h/15h)
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