5 grutas para conhecer pelo Brasil
Formações naturais nas profundezas da terra revelam paisagens surreais
O Brasil embaixo da terra reserva paisagens que parecem saídas de um livro de Júlio Verne: grutas, cavernas, cânions, abismos. Estruturas geológicas formadas há milhares de anos, algumas possuem rios ou córregos, mas todas têm em comum paredões imponentes de rochas ou salões monumentais. Conheça delas pelo Brasil:
Caverna do Diabo, em São Paulo
Localizada em Eldorado, a quase 300 quilômetros de São Paulo, a Caverna do Diabo possui por volta de seis mil metros de galerias ornamentadas, dos quais 600 metros são abertos para visitação. O parque fica aberto de terça-feira a domingo, das 8h às 17h. O valor do ingresso é de R$ 19.
A caverna ostenta o título de ser a maior do estado. Estruturas de carbonato de cálcio formadas a partir do gotejamento de águas, como estalagmites e estalactites, constituem salões grandiosos, como o Catedral. A visitação é acompanhada por um guia.
Abismo Anhumas, no Mato Grosso do Sul
Já conhecido no Brasil como um polo do ecoturismo, Bonito também abriga o Abismo Anhumas. A 23 km do centro, o local é uma caverna parcialmente submersa. O valor dos ingressos contempla a visita com monitores, rapel e tem diferentes atividades, que vão da contemplação até o mergulho, por valores entre R$ 997 e R$ 1.898.
A visita inicia com uma descida de rapel elétrico por 72 metros de altura. É possível passear pelo lago cristalino com bote, flutuar ou mergulhar por até 20 metros. A profundidade total é de 80 metros, o equivalente a um prédio de 30 andares. Também é possível fazer um tour virtual, através deste link.
Gruta de Botuverá, em Santa Catarina
@elzinga A caverna de 1.200 metros!!! #sc #botuvera #mtur #turismo #caverna #espeleologia #elzinga #geologia
Com 1,2 mil metros de extensão, a Gruta de Botuverá é considerada a maior do Sul do Brasil. Fica localizada no Parque Municipal das Grutas de Botuverá, a 134 quilômetros de Florianópolis. O ingresso sai por R$ 30 e o local fica aberto de terça-feira a domingo, das 8h às 17h.
A Gruta também é composta por estruturas feitas de água, como travertinos, cortinas e o chão de estrelas, além das sempre presentes estalactites e estalagmites. Em um passeio de 45 minutos, os visitantes passam por salões com até 20 metros de altura, como o Salão das Orquídeas, dos Altares, dos Candelabros e do Púlpito.
Cânion de Xingó, em Alagoas
@seliganoroteiro Um dos lugares mais lindos do Brasil #visitbrasil #brazil #viajar #riosaofrancisco #alagoas #piranhas #delmirogouveia #turismobrasil
Formado por um paredão de rochas de arenito em meio ao Rio São Francisco, o Cânion de Xingó é o quinto maior cânion navegável do mundo. Está localizado a aproximadamente 200 quilômetros de Aracaju – há passeios bate-volta, mas que acabam sendo um tanto cansativos, considere pernoitar na encantadora Piranhas, à beira do São Francisco.
O local possui 65 quilômetros de extensão e é cercado por paredões de até 50 metros de altura. Os visitantes podem fazer rapel nas paredes, nadar ou praticar stand up paddle nas águas verde-esmeralda do rio. Também é possível navegar pela parte mais estreita do cânion, conhecida como Gruta do Talhado.
Gruta de Sussuapara, no Tocantins
@nadialemeostroski Liga o som e vem comigo ter uma pequena imersão na visita ao Cânion Sussuapara, no Jalapão! Um ASMR da natureza jalapoeira! – Roteiro elaborado por @100limitesexpedicoes – Proposta apresentada por @Calamares Viagens #Jalapão #Viajar #Turismo #Aventura #Brasil #Expedição #Mata #Natureza #Cânion #Gruta #Destinos #BelezasNaturais #DicasDeViagem #ExplorandoOBrasil #CanionSussuapara #Conexão #BoasEnergias #ASMR #Paraiso #Mochilao #Gratidão #Trilha #Água #Tocantins #Vida #Árvore #Verde
A Gruta Sussuapara é uma fenda estreita cercada por paredões de rocha de arenito de aproximadamente 12 metros. A 160 quilômetros da capital Palmas, fica situada no Parque Estadual do Jalapão. O ingresso custa R$ 30 e a visita, acompanhada por um guia, tem duração de 30 minutos.
O local possui estacionamento e é necessário passar por uma trilha de cem metros para chegar à gruta. A água que escorre pelas paredes e a pouca incidência de sol criam um microclima fresco em meio ao calor do Cerrado. No centro do cânion passa um pequeno córrego e, seguindo-o, é possível encontrar uma queda d’água de cinco metros.
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