Você já deve ter visto bandeiras vermelhas cravadas na areia em trechos de praias da costa brasileira. Indicando perigo, as sinalizações chamam a atenção para a presença de correntes de retorno, a principal causa de afogamentos no litoral.
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Como o próprio nome indica, as correntes de retorno ocorrem quando a água reflui da praia para o oceano. Esse movimento forma um forte repuxo em direção ao alto-mar. O fluxo também escava uma valeta na areia, o que dificulta ainda mais sair do buraco, literalmente.
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Os trechos do mar com as correntes de retorno ficam com uma coloração mais escura e sem ondas. Ao lado desses trechos, as ondas quebram na diagonal e se dissipam a até 50 metros após a arrebentação.
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Os especialistas ilustram uma corrente de retorno usando o desenho de um pescoço e uma cabeça. A água que reflui da praia entra e sobe pelo "pescoço", que representa a canaleta que se forma na areia, até se esvair na "cabeça", deixando de ser perigosa.
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As correntes de retorno são mais comuns perto de rochedos, píeres ou canais. Além disso, é mais díficil de percebê-las em dias ventosos e de mar agitado.
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Fora do mar, é fácil identificar uma corrente de retorno pela aparência. Caso você seja puxado para uma delas, é comum notar que a água esfria e a profundidade aumenta.
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A primeira regra é não nadar em direção à praia. Em outras palavras, não nade contra a corrente. A recomendação é nadar em diagonal ou em paralelo à praia até dar pé.
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Se estiver cansado, flutue até a chamada cabeça da corrente, onde a água se dissipa e não há mais o repuxo - uma corrente de retorno acaba entre cinco a 50 metros depois da arrebentação. Depois, nade na perpendicular em relação à praia.
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Se as ondas estiverem muito fortes, puxe o ar e mergulhe, para não tomar caldos que o deixarão mais cansado. É importante se manter calmo e acenar por ajuda.
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